segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Apresentação do blog

A Extinção Permiana causada pelo impacto de um grande asteroide no ponto antipodal ao derrame de lava na Sibéria, a resultante cratera complexa com dois anéis secundários, e as origens e consequentes flora e fauna nativas exclusivas da Nova Zelândia

Este blog apresenta o conteúdo integral de um livro com cerca de 100 páginas, ilustrado.

Ele apresenta uma teoria ousada que nasceu do teste de uma hipótese:

Seria possível provar que, da mesma forma que um asteroide causou a extinção dos dinossauros, outros asteroides seriam responsáveis pelas outras grandes extinções?

Imagem: Modificada a partir de EXTINÇÃO EM MASSA, em Wikipedia

A teoria aceita atualmente para as extinções diz que elas foram causadas por causas diversas, a mais comum delas sendo episódios aleatórios de vulcanismo intenso.

A única extinção aceita como causada pelo impacto de um asteroide foi a do Cretáceo, há 66 milhões de anos.

Para comprovar essa hipótese, seria necessário um estudo capaz de associar cada evento de extinção a uma ocorrência de impacto e também a uma atividade vulcânica significativa.

Mas crateras de impacto são difíceis de localizar:

Mesmo a mais famosa delas, Chicxulub, é dificilmente identificável em imagens de satélites e somente foi encontrada por sondagens sísmicas de empresas petrolíferas.

Há uma série de explicações para essa ausência de evidências...

Nosso planeta destrói rapidamente as evidências devido à erosão e movimentos tectônicos, grandes impactos somente ocorreram em um passado remoto quando a Terra ainda não havia limpado sua órbita dos restos da formação do sistema solar, a maior cratera terrestre tem 330 km e dois bilhões de anos, etc., etc., etc.

Mas talvez a maior causa seja que ninguém sequer imagina que possam haver crateras recentes maiores que Chicxulub — é um pensamento extremamente fora da caixa.

Ninguém imagina que possa haver uma cratera tão grande quanto esta:

* Este esquema se destina apenas a facilitar a visualização da circularidade da cratera mostrando a Cordilheira Transantártica; um esquema mais próximo da possível realidade é mostrado na seção Cratera Wegener: Causa primária da Extinção Permiana.

Que atualmente se encontra fragmentada em 4 regiões:



Imagens: Google Earth e Placa de Nazca (em Wikipedia): Cratera fragmentada em 4 locais com círculos de 4.600 km sobrepostos

Poucos na comunidade científica se propõem a estudar este assunto específico, afinal o tema não gera conhecimento aplicável à indústria de mineração, que é o que a nossa sociedade espera dos profissionais de Geologia.

Muito menos na área da Paleontologia, que sempre foi minha paixão e da qual eu desisti porque não vislumbrei oportunidades de trabalho em meu país. 

Uma das vantagens de poder pesquisar sem estar vinculado ao meio acadêmico, mas conhecendo seus rigores, é a liberdade de pesquisar sem compromissos — o resultado é mais demorado, mas é prazeroso como todo fruto de paixão.

E foi testando essa hipótese dos eventos de impacto causadores de extinções que o autor conseguiu encontrar evidências até agora não consideradas pela Ciência.

Crateras tão grandes que não foram reconhecidas como crateras porque são muito maiores do que aquilo que a Ciência espera encontrar — Chicxulub no México, com 180 km, é considerada uma grande cratera, e Vredefort na África do Sul, com seus 300 km é considerada gigantesca.

Ambas são pequenas diante dos resultados encontrados nesta pesquisa.

O raciocínio e o método científico empregado permitiram perceber uma realidade bastante diferente daquela aceita pela comunidade acadêmica. 

E assim, apesar dos resultados surpreendentes coletados, não consegui apresentá-los a essa comunidade — na verdade, não consegui sequer ser recebido ou atendido via telefone ou email em várias universidades.  

Mas para ser aceita e validada, minha teoria precisaria ser revisada por pares: outros membros da comunidade científica.

Como obter essa revisão se ninguém está disposto a sequer ler o meu estudo?

Como obter essa revisão se ninguém está disposto a sequer responder aos meus emails oferecendo o envio de meu estudo?

A vida é curta e não tenho mais tempo para desperdiçar batendo em portas de quem se recusa a abri-las.

Por isso, coloco a parte final de minha pesquisa — a mais surpreendente e à qual cheguei depois de anos de raciocínio e pesquisa, mas também aquela com as evidências mais gritantes — à disposição gratuita dos leitores em todo o mundo.

Que os verdadeiros interessados neste assunto julguem com base nas evidências apresentadas se o que tenho a dizer merece crédito.

Somente depois que a relevância deste trabalho for reconhecida, terei condições de apresentar as evidências sólidas, embora mais sutis, que associam — senão todas, pelo menos a maior parte das grandes e médias extinções — à ocorrência de impactos de asteroides em nosso planeta.

Que os leitores desfrutem do mesmo prazer que eu tive ao juntar as peças desse quebra-cabeças de dimensões planetárias, peças que foram descobertas e lapidadas por geólogos, paleontólogos e pesquisadores de todo o mundo, um quadro completo o qual eu tive a alegria de vislumbrar pela primeira vez.

Felicidades, bom divertimento, e que este trabalho o faça ver o mundo com um novo olhar,

Jefferson W. Dessordi
Santo André, São Paulo, Brasil

ATENÇÃO: Blog em ordem inversa. Para continuar a leitura, leia a postagem abaixo ("mais antiga").

Um comentário: